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Oi busca liberação de R$2 bi depósitos

Image © Teletime
Nova etapa da recuperação judicial da Oi envolve a tentativa de liberar aproximadamente R$ 2 bilhões retidos como depósitos trabalhistas e cíveis, em tribunais de diferentes estados.

A Oi avança com nova rodada de busca de liquidez durante a segunda recuperação judicial, mirando a liberação de cerca de R$ 700 milhões em depósitos trabalhistas e aproximadamente R$ 1,3 bilhão em depósitos cíveis retidos em tribunais de diferentes estados.

A iniciativa está centrada na lista de recursos mapeados pela gestão judicial da Oi e encaminhada à 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, que supervisiona a recuperação da companhia. Em decisão recente, o juízo concordou em cooperar com o levantamento dos quase R$ 2 bilhões em depósitos.

A juíza Simone Gastesi Chevrand autorizou a expedição de ofícios aos tribunais para solicitar, desde já, a liberação dos depósitos, destacando a verossimilidade da viabilidade de levantamento.

Para os depósitos cíveis, a Justiça aponta valores vinculados a execuções cíveis em tribunais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, somando cerca de R$ 330 milhões, entre os montantes retidos. A solicitação da 7ª Vara deverá ser enviada a cada tribunal envolvido.

Nos depósitos trabalhistas, a Oi já havia incluído demanda semelhante na proposta de adiantamento ao plano de recuperação judicial protocolada em julho, com o Ministério Público e a administração conjunta da tele questionando a disponibilidade de parte dos recursos vinculados a ações trabalhistas.

A Justiça do RJ também autorizou a liberação de cerca de R$ 26 milhões bloqueados em contas da Caixa Econômica Federal, considerados excedentes e não relacionados a bloqueios judiciais, em atendimento a solicitação da Oi.

Por outro lado, a Oi enfrentou insucessos em um pedido para obter o pagamento de cerca de R$ 262 milhões de clientes por serviços efetivamente prestados, mas não quitados. A Justiça considerou o pleito inviável, exigindo procedimentos individualizados para cobrança.

 

Teletime

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